sábado, 29 de julho de 2017

Milão - Parte I

Como tem sido habitual, pelo 3º ano consecutivo marcarmos um fim-de-semana de Dezembro para viajar com o grupo de amigos do costume. 
E viajar com muita gente tem algumas limitações: tem de ser um voo low-cost, um destino que ainda ninguém conheça e os horários dos voos têm de coincidir com os dias que todos temos disponíveis.
Posto de parte o circuito italiano que gostaríamos de ter feito a dois de uma só vez, começamos a olhar para destinos italianos. Aproveitamos o facto de termos 4 dias disponíveis para visitar 2 cidades: Milão e Verona. Marcamos os voos pela Ryanair Porto – Milão Bergamo (também havia a hipótese de Milão Malpensa mas os horários de Bergamo eram melhores).
Do aeroporto de Bergamo apanhamos o autocarro para chegar ao centro de Milão. A paragem dos autocarros está localizada à saída do aeroporto na área das chegadas. Existem várias empresas que fazem a viagem entre o aeroporto e Milão. Nós viajamos na Terravision que dispõe de um autocarro direto para a estação de comboios central de Milão. 
A frequência é de meia em meia hora e a viagem demora cerca de uma hora, dependendo do tráfego nos acessos a Milão. O bilhete (ida) custa 5€ ou 9€ (ida&volta).

Chegados à magnífica estação de comboios central de Milão, fomos a pé até ao hotel ibis Milano Centro.


A zona envolvente do hotel é pouco turística mas tem a vantagem de estar a 10 minutos a pé da estação de comboios, ponto essencial na nossa viagem, quer para chegar e ir para o aeroporto, quer para ir e chegar de Verona.
O hotel em si era muito bom, ao nível que os íbis já nos habituaram.






Para irmos para o centro de Milão usamos o metro e o primeiro destino, como não poderia deixar de ser, foi a Piazza Duomo que alberga o famoso Duomo de Milão, a Galleria Vittorio Emanuele e ao centro o Monumento Equestre de Vittorio Emanuele II.













A Galleria Vittorio Emanuele II une a Praça Duomo à Praça Scala onde se encontra o Teatro Alla Scala e em frente a estátua de Leonardo da Vinci.




Fomos provar os tão aclamados panzerottos do Luini, um salgado frito, recheado de mozzarella e tomate na versão original (existem outros recheios e versões doces). E fazem jus à sua fama pois são de facto divinais!




Para jantar escolhemos um restaurante tradicional, a Hostelaria della Musica, no centro de Milão, com boas pizzas e com música ao vivo.






segunda-feira, 29 de maio de 2017

Cabo Verde, Ilha do Sal – Parte VI – Cidade

O resort Oasis Salinas Sea está localizado em Santa Maria, uma cidade no sul da ilha do Sal, onde se encontram os principais hotéis, localizados perto das mais belas praias da ilha.
O centro da cidade fica a cerca de 5 minutos a pé a partir do resort e tanto podemos sair pela entrada principal do resort como pela zona da praia. Nesta última opção, podemos percorrer a marginal onde se encontram outros hotéis e alguns restaurantes, até chegar ao pontão.





Chegamos a fazer este percurso várias vezes e achamos a cidade tranquila e segura. O único senão são os vendedores senegaleses que se tornam chatos de tanto insistirem para compramos algo.




Existem muitos restaurantes e cafés mas não chegamos a entrar em nenhum.



 



 As opções para comprar souveniers são imensas e optamos por trazer produtos típicos da ilha como as bebidas grogue e ponche e, como não podia falar, o íman para o frigorífico e a t-shirt para o Tomás.




segunda-feira, 27 de março de 2017

Cabo Verde, Ilha do Sal – Parte V - Ilha

Já sabíamos de antemão que a ilha do Sal pouco tinha para ver, para além da praia. De qualquer forma, agendamos uma excursão à ilha com a Barracuda Tours, com a duração de meio-dia, com almoço incluído.
Saímos de manhã bem cedo do resort onde uma carrinha com o guia, o motorista e um fotógrafo nos aguardavam. Seguimos para outros resorts para recolher mais viajantes para realizar a excursão.


Partindo de Santa Maria, a primeira paragem foi na Praia da Murdeira, que segundo o guia é a zona “rica” da ilha e de onde se avista o Monte Leão.



Seguimos em direcção ao Porto de Palmeira onde pudemos apreciar a actividade piscatória.





O próximo destino é talvez a maior atracção turística da ilha: a Buracona, também chamado de olho azul. Nada mais é do que um buraco rochoso profundo onde pelo meio-dia o sol entra e dá uma tonalidade azul à agua do mar. Infelizmente nesse dia o sol não espreitou e não conseguimos ver este efeito.




De seguida fomos até Terra Boa, onde apenas existe terra batida e onde surgem ondas de calor, fenómeno a que chamam de “miragem”.



Paramos na Baía da Parda para avistar tubarões e, os mais corajosos, tiveram a oportunidade de entrar na água com o guia e aproximar-se dos tubarões.




A minha maior expectativa nesta excursão eram as Salinas de Pedra do Lume, onde podemos tomar banho e desfrutar da sensação de flutua devido ao nível de sal presente na água, tal como no Mar Morto.





Depois de um rápido banho para tirar o sal do corpo, seguimos para Espargos, a capital da ilha do Sal, onde almoçamos no típico restaurante Caldera Preta, a famosa cachupa e peixe espadarte. 




E para terminar a excursão, fomos até ao alto da torre de controlo da ASA - Aeroportos e Segurança Aérea de Cabo Verde, de onde temos uma magnífica vista panorâmica de toda a ilha do Sal.








 
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